
Quais são os planos de vocês para o final da "era" The Black Parade?
Ficamos muito envolvidos com essa turnê e, quando acabar, vamos dar um tempinho. Ainda não sabemos o quanto essa fase vai durar ou o que faremos depois. Vamos deixar rolar. A verdade é que ainda não temos idéia de quando sairá o próximo CD. Mas, para finalizar de vez, vamos lançar um DVD/ CD chamado The Black Parade is Dead, de um show que aconteceu na Cidade do México em outubro do ano passado. Ainda não temos data de lançamento.
O que você acha das groupies (fãs que seguem as bandas)?
Sei que existem pessoas que fazem isso e, para nós, elas são muito especiais. Os fãs são as pessoas que nos dão mais apoio. Quando vamos a algum lugar, tem sempre gente esperando por nós, nos dando boas-vindas. Isso nos faz sentir bem.
O que você gostaria de ganhar de presente de uma fã brasileira?
Sempre que viajamos pra fazer show, compramos algumas coisas típicas. A gente curte ganhar bandeiras dos países ou outras coisas do tipo.
Nos últimos tempos, alguns membros do MCR têm passado por problemas pessoais. Você, por exemplo, está com um problema nos pulsos. Como a banda lida com isso?
Todos temos problemas. Mas a melhor maneira de lidar com eles é compondo e subindo ao palco para as apresentações. Nossa música é que nos dá força.
Quais são as referências da banda?
O My Chemical é uma banda de rock e, claro, fazemos vários músicas que variam do rock clássico ao pop. Cada membro da banda tem suas preferências musicais, o que torna o trabalho cada vez melhor. Nós crescemos com essa troca.
De onde vem a inspiração para compor?
Escrevemos sobre os acontecimentos de nossas vidas e do mundo, nossa emoção vem daí.
Como você era na adolescência?
Na verdade, todos íamos para a escola e não gostávamos muito de estar lá. Ficávamos muito tempo na sala de aula, não éramos do tipo que freqüentava festas e saia com o pessoal do time de futebol. Nós éramos nerds. E acho que ainda somos (risos)!
Como você se imagina daqui a 10 anos?
Eu gostaria que continuássemos sendo uma banda, nos divertindo com essa história, fazendo músicas e shows legais e criando coisas novas. Queria que a música continuasse fazendo sentido pra gente.
Na sua opinião, é importante que todo artista defenda uma causa?
Hoje em dia, nós artistas, assim como todas as outras pessoas, temos que ser mais responsáveis. Acho que dá pra começar sendo um bom sujeito, cuidando um pouco dos outros. É só fazer o que o coração mandar. Nós escolhemos ajudar em causas de caridade e essa é a nossa contribuição.
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